Okena Blog, conhecimento que protege seu futuro
Seguros inclusivos: proteção que cabe na sua realidade
Por Fábio Portugal · Publicado em 24/09/2026 · Atualizado em 12/10/2026

Um celular roubado, uma ferramenta de trabalho quebrada ou alguns dias parado por doença. Para muitas famílias, qualquer um desses imprevistos basta para desorganizar o mês inteiro. É para esse cenário que os seguros inclusivos existem: proteções com preço, cobertura e linguagem pensados para a realidade de quem vive com o orçamento apertado.
O tema ganhou força em julho de 2026, quando a CNseg divulgou a pesquisa “Expansão de seguros inclusivos em comunidades periféricas”, feita pelo Instituto Locomotiva com 600 moradores de favelas e periferias. O estudo mostra que o interesse pela proteção existe. O desafio está em vencer barreiras de custo, confiança e adequação dos produtos.
O que a pesquisa revela sobre seguros inclusivos
Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados já buscaram informações sobre seguros e outros 31% nunca se informaram, mas gostariam. Apenas 15% não demonstram interesse no assunto. Ou seja, o seguro não é um produto distante desse público.
A percepção sobre sua função também é positiva: 57% associam o seguro principalmente à tranquilidade e à segurança, enquanto 25% destacam a prevenção de prejuízos financeiros.
Vale lembrar que esses percentuais retratam os moradores de favelas e periferias ouvidos no estudo, e não toda a população brasileira. Ainda assim, ajudam a entender por que tanta gente reconhece o valor da proteção e, mesmo assim, não contrata.
Quando pagar as contas vem em primeiro lugar
Entre os participantes, 53% dizem que a renda familiar não é suficiente para cobrir todas as despesas básicas. Para 36%, ela cobre o essencial, mas não sobra nada. Só 11% conseguem pagar as contas e ainda guardar algum dinheiro.
Não por acaso, pagar as contas do dia a dia é a principal preocupação financeira de 52% dos entrevistados. Nesse contexto, qualquer proteção precisa caber no orçamento sem competir com alimentação, moradia e outras necessidades.
Por isso, informação sozinha não resolve. Preço, forma de pagamento e utilidade real da cobertura pesam tanto quanto a vontade de se proteger.
Os riscos já fazem parte do cotidiano
A pesquisa perguntou se o entrevistado ou alguém da sua casa já tinha passado por algumas situações. Os resultados mostram o quanto os imprevistos são concretos:
- 60% tiveram o celular roubado e não tinham dinheiro para comprar outro;
- 55% viram quebrar um item usado no trabalho, sem conseguir substituí-lo de imediato;
- 47% perderam renda por doença ou acidente que os afastou do trabalho por alguns dias;
- 41% enfrentaram o falecimento de um familiar sem dinheiro para custear o funeral;
- 29% tiveram o carro ou a moto roubados e ficaram sem meio de transporte para trabalhar.
Além disso, 62% concordam, totalmente ou em parte, que já passaram por situações que teriam sido mais fáceis se tivessem um seguro.
Reconhecer a necessidade, porém, não significa que qualquer apólice cubra esses eventos. Roubo, quebra de equipamento, afastamento e despesas funerárias dependem de coberturas específicas, cada uma com regras próprias.
Seguros inclusivos precisam combinar preço e confiança
O custo é o principal fator de desmotivação, citado por 65% dos entrevistados. Quase na mesma proporção, 64% têm medo de pagar e não receber quando precisarem. Outros 39% ainda veem o seguro como algo para quem tem muito dinheiro, e 38% apontam burocracia ou não saber onde e como contratar.
Na hora de confiar em uma seguradora, o fator mais citado é a transparência: para 36%, o que mais importa é um contrato fácil de entender. Por isso, uma boa oferta de seguros inclusivos precisa deixar claro, desde o início:
- quais eventos estão cobertos e quais ficam de fora;
- os valores máximos de indenização;
- carências e franquias, quando existirem;
- os documentos necessários para acionar o seguro;
- as regras de pagamento, renovação e cancelamento.
A contratação consciente começa quando a pessoa entende tanto os benefícios quanto os limites da proteção. Um corretor faz diferença justamente aqui, traduzindo o contrato e acompanhando o cliente da documentação ao pós-sinistro.
Que proteções podem fazer sentido para você
A escolha deve partir de uma pergunta simples: que perda comprometeria a rotina da sua família ou o seu trabalho?
Para quem trabalha em atividades de risco, um acidente grave pode tirar de vez a capacidade de trabalhar ou até custar a vida da pessoa provedora da família. É para esse impacto que existe o seguro de acidentes pessoais, com coberturas de morte e invalidez que amparam quem depende dessa renda. Para quem transporta pessoas em aplicativos, vans ou ônibus, o seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP) protege quem está a bordo. E, diante do dado de que 41% já tiveram dificuldade para pagar um funeral, a assistência funeral ganha peso no planejamento da família.
Cada solução tem condições diferentes. O seguro de acidentes pessoais, por exemplo, cobre apenas o que decorre de acidente: doença não entra nesse produto em nenhuma hipótese, pois depende de coberturas próprias. Por isso, comparar coberturas é tão importante quanto comparar preços.
Se a preocupação com despesas inesperadas em um momento de perda faz parte da sua realidade, conheça o Amparo Funeral da Okena, que oferece assistência e suporte financeiro à família, com contratação online.
Como encaixar seguros inclusivos no planejamento financeiro
Uma sequência simples ajuda a organizar a decisão:
- Conheça suas despesas essenciais. Saiba quanto a família precisa por mês para manter a rotina.
- Mapeie as vulnerabilidades. Mapeie as vulnerabilidades. Avalie o impacto de perder um dos provedores, a renda ou um bem usado no trabalho.
- Verifique o que você já tem. Consulte benefícios do trabalho e seguros já contratados.
- Compare propostas equivalentes. Observe preço, coberturas, limites e exclusões.
- Revise quando a vida mudar. Filhos, novo emprego ou novas responsabilidades pedem ajustes.
Os seguros inclusivos não substituem a reserva de emergência; eles a complementam. A reserva cobre necessidades variadas, enquanto o seguro responde a eventos definidos em contrato.
Qual proteção cabe no seu orçamento?
Converse com um especialista Okena e descubra opções de seguro adequadas à sua realidade, com orientação simples e sem burocracia.
Proteção começa com escuta e orientação
Para 69% dos entrevistados, deveria haver mais seguros pensados para a realidade das periferias e favelas. Os dados da pesquisa divulgada pela CNseg reforçam que conhecer o cotidiano das pessoas vem antes de oferecer qualquer produto.
Na Okena Corretora de Seguros, trabalhamos com as principais seguradoras do mercado e com um atendimento que parte da sua rotina, sem fórmulas prontas. Ao buscar seguros inclusivos, o objetivo é encontrar uma proteção clara, útil e que você consiga manter ao longo do tempo.
A Okena está à disposição para ouvir suas necessidades, esclarecer dúvidas e indicar alternativas compatíveis com o seu perfil e o seu orçamento. Fale com um especialista pelo WhatsApp (13) 97419-1439 e conte com a nossa equipe.
Okena, a via segura para a sua longevidade financeira.
Leia também
Conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial e revisado por Fabio Portugal, corretor de seguros — SUSEP nº 241164666.











